"Ficar bem nem sempre deixa outras opções . É estranho quando as coisas simplesmente têm de terminar . É o estado onde todos os sentimentos já evoluíram para um nada . É o nada que se optou para parar de sentir dor No início brigamos, choramos, fazemos dramas. Então percebemos que é cansativo demais manter essa maneira de levar as coisas . Acostuma-se ...
Não que pare de doer, mas percebemos que às vezes perdemos algo e não há solução . No fim colocamos um sorriso no rosto e fingimos que é sincero, até que a vida o faça realmente ser . Talvez os amores eternos sejam amenos e os intensos, passageiros!"
Pois eu também acreditava no pai natal
"I still believe in paradise. But now at least I know it's not some place you can look for, 'cause it's not where you go. It's how you feel for a moment in your life when you're a part of something, and if you find that moment... it lasts forever."
O dia, (que afinal era manhã depois de uma noite) em que explodi.
No dia em que explodi, vi que ainda não era bem dia, aliás até posso quase afirmar, que é a minha parte preferida do dia ou da noite, depende do ponto de vista. O momento em que a lua se esconde, o silêncio impera , a última estrela, o primeiro ruído o céu a clarear. O primeiro esgar de um raio de sol. Um novo dia. Todos os dias passo por um café que tem isto na parede
"Ao amanhecer, todas as confusões de ontem são coisas do passado. Hoje inicia-se um novo dia, um dia que nunca existiu".
Dr. Bach
E todos os dias a leio e fico com um sorriso na cara.
"Ao amanhecer, todas as confusões de ontem são coisas do passado. Hoje inicia-se um novo dia, um dia que nunca existiu".
Dr. Bach
E todos os dias a leio e fico com um sorriso na cara.
ahahah eu até me riu com as minhas parvoíces.
Era o verde carregado e eram as palavras induzidas com amor. era o tempo que passava a voar a cada movimento que faziamos. eramos uma só. uma só vida, uma só alma. agora perdida, agora acabada. perdida no céu, perdida no mundo, perdida no nosso pensamento. felicidades agora separadas eternamente. nunca te vou deixar de amar, mas o teu caminho é diferente do meu. a tua felicidade está distante da minha. Vive-a.
( internem-me )
( internem-me )
Estrangeira do mundo
Nestas ruas tão direitas, tão perfeitas. Sinto-me pequena, tão pequena quanto o bago de milho que o pombo vai debicando. Ainda te procuro nas ruas desta cidade. Esta cidade que uma noite foi nossa.
ter medo
Tenho medo. e quando penso nisso, e naquilo a que o medo me leva a pensar, tenho uma pequena luta interior entre aquilo que eu sou, o que pensava que era e naquilo que me tornei, sem saber. e ter medo é coisa de quem sabe de que tamanho são as quedas, hoje compreendo isso melhor. Mas ainda não estou plena de sabedoria acerca do medo. Aliás até isso me assusta porque cada vez tenho medo de mais coisas. É ter medo!E não é de gostar é de perder...
A CASA
" uma casa será sempre uma casa porque ela é a materialização da família, e isso é a coisa mais conservadora que há."
Eduardo Souto Moura
Eduardo Souto Moura
pois não tenho titulo
Tenho a dizer que levo isto, o acto de vir aqui escrever como uma necessidade fisiológica, um excremento do cérebro, um fluído interior que transmito a todos, que o queiram receber, sem riscos. ( Apenas com o risco da menoridade)
Quanto tempo demora a passar?
Impressionante a capacidade que tu tinhas para me retirar da minha insónia, e agora... agora és parte dela.
A possibilidade de salvação e a procura da humanidade
As falhas de cada um. O passado como identidade. Um fado. Dor e consternação.
Talvez no fim, sem medo, uma ideia melhor.
Talvez no fim, sem medo, uma ideia melhor.
a mão que me fez
Essa mão que me davas quando ía à cidade, passeávamos juntas e acreditávamos que o tempo não tinha fim.
Penso em todas as vezes que te menti
Answer In One of These Bottles | Caitlin Rose
(...)
Drank One
Drank Two
I'm drinking just for you
The only answer I have found is to drink more
There's an answer in one of these bottles
There must be something that they forgot to mention
There's an answer in one of these bottles
(I know)
So I'm gonna drink until I forget the question.
(...)
Drank One
Drank Two
I'm drinking just for you
The only answer I have found is to drink more
There's an answer in one of these bottles
There must be something that they forgot to mention
There's an answer in one of these bottles
(I know)
So I'm gonna drink until I forget the question.
(...)
Penso em todas as vezes que te menti.
menti a dizer. que me era indiferente. a verdade sinto-a no escuro.
just a joint
Vou fumar lentamente. Espero que as horas, minutos e segundos passem,assim pode ser que a dor vá junto com o tempo --'
eu disse que brincava com o umbigo da terra
"Umbigo?
por ele ficaste gente
diferente
independente
a sós contigo
não te fixes no teu
esse é o perigo
procura outro que te seja abrigo
onde encostar o dedo
ou o ouvido
e onde caiba, amigo
ouve o que eu digo ...
um diamante
um beijo
um grão de trigo."
Ser livre é mais que ser independente,é encostar o ouvido, é servir de abrigo, partilhar um beijo ou um grão de trigo!
por ele ficaste gente
diferente
independente
a sós contigo
não te fixes no teu
esse é o perigo
procura outro que te seja abrigo
onde encostar o dedo
ou o ouvido
e onde caiba, amigo
ouve o que eu digo ...
um diamante
um beijo
um grão de trigo."
Ser livre é mais que ser independente,é encostar o ouvido, é servir de abrigo, partilhar um beijo ou um grão de trigo!
tás melhor?... vou mas é dormir
Sintomas: não come, não dorme, não fala, pensamentos paranóicos, ansiedade, erupções cutâneas, perda de memória a curto prazo, graves dores de estômago, distúrbios intestinais. DOR de cabeça. Sem mais reacções.
Diagnóstico: Desgosto patológico, histórico familiar de loucura, insanidade, trauma de confiança
Lofepramina e Citalopram alternados depois da
paciente ficar drogada com os efeitos colaterais e a
falta de melhorias óbvias. Sintomas de intermitên-
cia: tonturas e confusão. A paciente não pára de
cair, desmaiar e de se atravessar à frente de carros.
Ideias delirantes - acredita que consegue voar.
Disposição: Zangada como a merda.
Afecto: Muito zangada.
Teorias da batata
Cheguei a casa, a minha mãe estava sozinha a ver a telenovela, estranhamente com o volume demasiado alto.
_ MÃE! baixa o som!
_Gosto de ouvir assim.
Quantas pessoas fazem o mesmo nas suas vidas? Deixam que a tv ocupe o espaço que devia ser do pensamento e do olhar interior. Tudo pelo medo que têm do silêncio e da solidão. O silêncio faz-nos pensar na nossa vida e, quando olhamos para o nosso estado de ser, facilmente entramos numa profunda solidão. É isso que todos tentamos esquecer. Não queremos sofrer, só que não percebemos que estamos a deitar fora tudo aquilo que somos verdadeiramente e a deixar-mo-nos viver numa grande ilusão.
Estou com vontade de atirar a tv pela janela. ( mas depois iria arrepender-me, portanto vou eu sair)
_ MÃE! baixa o som!
_Gosto de ouvir assim.
Quantas pessoas fazem o mesmo nas suas vidas? Deixam que a tv ocupe o espaço que devia ser do pensamento e do olhar interior. Tudo pelo medo que têm do silêncio e da solidão. O silêncio faz-nos pensar na nossa vida e, quando olhamos para o nosso estado de ser, facilmente entramos numa profunda solidão. É isso que todos tentamos esquecer. Não queremos sofrer, só que não percebemos que estamos a deitar fora tudo aquilo que somos verdadeiramente e a deixar-mo-nos viver numa grande ilusão.
Estou com vontade de atirar a tv pela janela. ( mas depois iria arrepender-me, portanto vou eu sair)
O que o equinócio faz as pessoas
Dei por mim a divagar, aliás a discutir com o meu eu, a questionar-me. Nunca me sentava neste sofá, durante 6 anos sentei-me sempre no cadeirão, todas as 5ª feiras, à mesma hora. Até.... te trazer comigo. Comecei então a sentar-me neste sofá. Acho que já não tenho medo deste sofá. já não me importa ( muito) quem se poderá sentar ao meu lado. Durante 6 meses foste tu que te sentaste ao meu lado. Que bem que me soube. Gostei deveras. Hoje é a última vez que me sento neste sofá. Novo sofá virá, e as memórias ficam na história. Novas serão criadas, e as nossas serão desgastadas pelo tempo. É a última vez que me sento neste sofá. A última vez que desço estas escadas. E fechei a porta.
ahh acho que vai ficar para depois
"quer a salvadeira :D
1 de Setembro de 2010 às 19:45 através de Mobile Web: "
estou com uma teoria tão enorme, que acho que a escrevesse assim a quente daria bofega. Amanhã amanhã vou discursar acerca disto-
1 de Setembro de 2010 às 19:45 através de Mobile Web: "
estou com uma teoria tão enorme, que acho que a escrevesse assim a quente daria bofega. Amanhã amanhã vou discursar acerca disto-
Quando se sente o cérebro a ser sugado pelo buraco do nariz
Ficar a falar, nem é falar porque as palavras saem desalmadamente sem qualquer conexão entre si, e a rir dos sons que fazemos, naquela felicidade que não deve ser explicada, que não tem explicação. Medir os pulsos, mãos, andar com os dedos pelos braços, pelas costas, omoplatas, ombros ( em tempos chamaram África e Oceania às manchas do meu ombro) , pela linha da cintura, fazer círculos. Ver formas. Sentir o vazio no cerebelo. É das coisas mais ridículas e fascinantes. E agora vou ali continuar com as minhas teorias, porque tive de escrever antes que me sumisse do pensamento.
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