zen bollha

PENSAR NADA
FAZER NADA
SENTIR NADA

silence

Mia: Don't you hate that?
Vincent: What?
Mia: Uncomfortable silences. Why do we feel it's necessary to yak about bullshit in order to be comfortable?
Vincent: I don't know. That's a good question.
Mia: That's when you know you've found somebody special. When you can just shut the f*** up for a minute and comfortably enjoy the silence.

-Pulp Fiction
Obrigada por tudo, coisa grande da minha vida ;)
És um bom ouvinte.

Quase q era

Quase que era perfeito se não fosse imperfeito. Odeio - o.
Principalmente este Natal. Foi....
Não sei dizer. Já nem consigo escrevê-lo.
Nada sai. Tudo fica.
Cada vez que estou naquela casa retrocedo na minha terapia. Sinto-o. Sei disso. Estou apanhada do juízo. Bem também não é para menos. Acho eu. Bem também não falei com ninguém. Mas isso é normal. Ou então não. Tenho de aprender a falar. Não consigo explicar o que aqui vai dentro mas...Que mal é pior, viver num pedaço de passado ou ir acontecendo num presente ausentes de nós mesmos? Nada do que sinto faz sentido a não ser pela certeza que me fica de saber sentir o que sinto tão intensamente. Odeio o Natal.
Fui sem vontade de ir.
Cheguei com vontade de partir.
Parti com vontade de ficar.

refresh

Obrigada pela frescura do fds, adoro-te ...
I'm back...

Aqui estou eu... na minha disciplina favorita... matemática, e em vez de números saiem letras... E ali está o prof a falar, falar... esta aula, é uma das únicas situações em que não apanho nada do que se está a falar...
Já sopro por todos os lados. Se não escrevo deixo-me dormir!
Mas que Verão... Podia enumerar todos os episódios e peripécias que certamente haveria algo que me escaparia. Tenho saudades de todas as gargalhadas. De todos e de tudo. E depois penso:
Não pertenço aqui. Não me sinto eu, não tenho liberdade para tal. Não preciso que me compreendam, basta que confiem em mim e tentem perceber que não sou, de todo, uma criança. Orgulho-me de, desde sempre, até hoje, ter feito coisas que tipos de 20 ou mais anos nunca fizeram.
Preciso apenas de um voto de confiança e de sair desta aula. Assim já ficava feliz.
terror desassossego receio temor pavor horror pânico aflição alarme descontrolo
terror desassossego receio temor pavor horror pânico aflição alarme descontrolo
terror desassossego receio temor pavor horror pânico aflição alarme descontrolo
terror receio temor pavor horror pânico aflição alarme descontrolo terror desassosego receio temor desassossego receio temor pavor horror pânico aflição alarme descontrolo
terror desassossego receio temor pavor horror pânico aflição alarme descontrolo
Espero sempre por ti o dia inteiro,
Quando na praia sobe, de cinza e oiro,
O nevoeiro
E há em todas as coisas o agoiro
De uma fantástica vinda.




Espero, Sophia de Mello Breyner
Mente perigosa, a mente que revive tudo, em sonhos
Chegámos da praia. Deitadas no chão do meu quarto, de pernas para o ar, a ouvir Dido. Foste para o duche, continuei deitada.
Um barulho. Um ruído. Um carro a chegar. Espreitei. Pânico. Aperto. Petrificação. Irrompi pelo wc para te contar.Para te avisar. Arranjámo-nos. Estávamos a pentear-nos no WC, quando aqueles olhos. Muito insistiram os meus pais para eles jantarem lá. Graças a Deus que rejeitaram a oferta. Durante o jantar, mal tocávamos nos pratos, lá nos obrigávamos a comer qualquer coisita. Levantei-me, coloquei o prato na bancada. Esperei que fizesses o mesmo, uma vez que já havíamos acordado, não façlar. Mas tu falas.te.
Choro. Abraços. Saímos imediatamente e fomos ao bar local. Estavamos queimadas da praia, tinhas o top azul das riscas e eu o laranja. Incrível como me recordo dos pormenores. Mas não me lembro de tar com ninguém no bar. A minha prima ligou-me para o tlm. Ficámos largos minutos sentadas na berma do passeio a falar com ela. Voltámos para casa. Não consigo recordar mais nada, apenas o cheiro a mel que inundou a noite ( os lenços de papel eram de mel). Nunca mais chorei tanto.
Passei a noite em lágrimas.
Obrigada
blog atrapalhado. stop. escriba em estado critico stop. planos não há. projectos muitos. stop. o mundo é um cão rafeiro.stop imenso, pulguento, desleal. stop. o preconceito surge de onde menos se espera. stop. a confiança perde-se num instante e nunca mais se recupera. stop. planos b para a vida sem planos a. stop. chorar faz bem. respirar fundo também. stop. um dia atrás do outro até ao destino que guardado está. stop. não presumir, não ser presumido. stop. duas orelhas para escutar, dois olhos para observar, uma só boca para falar.stop. falar metade do que se escuta, metade do que se vê. stop. vivendo e aprendendo. stop. sobre_viver. stop. _viver. stop. _ver. stop. até aos olhos se fecharem. stop. descansar então. stop. ler com a alma. tocar com o coração. arrumar com a cabeça. dar cabo do corpo. stop. vale tudo. stop.vale nada.STOP
second chance? not. How many chances I have?

I died once... I know it sounds strange, ( of course not, may), but I was literally dead. There is something about dying that makes you think about you've lived. Life is a gift to be enjoyed. I'am blessed to have this perspective. I take nothing for granted now. The fear is gone ( I hope..), and I am ready for life ...


( o meu inglês rudimentar...)


utilizando a dica do " FORTE & FEIO!", pode ser que... --'
Deveria estar a estudar... mas mais uma vezz a minha, grande preguiça, não me deixa.
Será a preguiça? Hum cheira-me a consciência....
Ok. É a consciência. Wow, descubri que tenho disso...
Não. Não pode ser.. eu sou demasiado egoísta para estar assim...
Tenho de resolver isto rápidamente... vou voltar às meioses :/
Sou? Não sou? Se andar serei? Mas se não andar também sou!
Mas e se... Também é?Será que poderíamos ser???
Por vezes, dou comigo mesma paralisada, imóvel, entorpecida . Totalmente. Fico a olhar para o nada, com cara de pateta, talvez durante minutos a fio... Fico a fixar a parede, o ar, o nada... Exteriormente, pareço-me com uma autista, mas no meu interior há um turbilhão de pensamentos. Penso na cara parva que devo estar a fazer, mas, de seguida, lembro-me dele ou penso "podia estar a fazer outra coisa mas não me apetece". Resultante disto, é a minha "falta de tempo", mais conhecida por "preguicite aguda ou grave". Podia estar a estudar para quimica, ou para biologia, mas não, fico aqui bloqueada, em frente ao ecrã a pensar nas coisas que podia fazer e que não faço. Raramente cedo às minha obrigações. Posso dizer que sou apologista nata da preguiça ou que sofro de preguicite crónica. Mas importuna-me tanto, ter de me levantar, andar a longa distância de 10 passos para chegar até ao destino final: o quarto. Ai o quarto! No quarto posso disfrutar de actividades, todas elas bastante apeteciveis:
->A cadeira do quarto com uma pilha de blusas do avesso por enterrar na gaveta.
->As almofadas com os mais diversos artigos: Revistas, lenços, blusas, cds, livros e folhas.
->A cama, desfeita há pelo menos dois dias, com a particularidade da mochila da natação por desfazer...
->A mesa de cabeceira, com a Reliquia por ler e lenços de papel ( por acaso usados...)
->A secretária... nem se vê o tampo, com tantos cadernos, livros e folhas...
Agora, neste preciso momento, poderia estar a fazer algo desta lista. Mas não. Estou a escrever .
Sentada. Petrificada. A olhar para o ecrã.
Eu morreria para ganhar, porque eu nasci para perder.
_Quero suicidar-me.
" Desculpa?!Até parece que não és feliz!"
_feliz eu? Nunca fiz nada acertado, o azar, o passado perseguem-me, ainda dizes que sou feliz?
" Então não és?Tens pai, mãe e irmão que te adoram, tens casa, cama, comida, tens amigos, tens escola... que mais te falta?"
_Falta-me a minha felicidade, a minha criancice, a minha calma, o meu sono...
"Até parece que não andas sempre a rir à gargalhada!"
_Não, tens razão, eu riu riu, mas só porque não consigo chorar... Treinei tanto para não chorar... chega a doer-me os olhos, a cabeça de não conseguir verter uma única lágrima.
"Não consigo gostar de ti."
_ Por essas e por outras eu quero sair daqui.
"Queremos!"
_ Sim, eu sou tu, e tu és eu...
" Uma só com duas dentro."